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| Foto II: Janina Fluckiger |
o desconexo
7.3.14
the vitruvian stamp
23.2.14
Hondelatte e Artiguebieille na San Rocco
A casa Artiguebieille, construída em 1973, é um volume de 27 metros de comprimento, 4 metros de largura e 6 de altura. Muito por culpa do seu autor que sempre hesitou em publicá-lo, este projeto viveu até hoje esquecido e desconhecido para muitos. Com alguma certeza, e ao contrário de Hondelatte, posso dizer-vos que se trata um trabalho seminal no percurso do arquitecto francês e que merece muito mais do que dois olhos de atenção.
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| Photo: Claude Artiguebielle e Agence Duprat-Fagart-Hondelatte |
29.8.12
Werk Bauen und Wohnen 7|8 Porto
31.7.12
notas sem abrigo e uma wbw sobre o porto

15.1.12
o joelho
'L'espace appelle l'action, et avant l'action l'imagination travaille' G.Bachelard (1957)
Não quero cometer injustiças ao dizer que me detenho mais tempo a olhar para a capa da Joelho #2 do que a ler o seu interior. Mas cada vez que pego na revista do dArq é isso que me acontece.
O segundo número da nova série do que antigamente era conhecido por "Em cima do joelho" dedica-se ao tema das intersecções entre arquitectura (what else?) e antropologia, e é uma versão 'director's cut', revisitada e ampliada dos Colóquios de Outono realizados em 2009 na UC. A capa - o mote para estas palavras - é singularmente ilustrada por um desenho da artista Alice Geirinhas.
São duas figuras em posição sentada e de perfil, que se enfrentam, de braços estendidos ou apoiados numa mesa que não existe. De olhar vazio, é ali que carregam a expressão do rosto, com rugas em torno dos olhos, como se o confronto de que se fala se passasse a um nível subconsciente.
No eixo entre as duas figuras de traço estilizado, grosso e quase primitivo, está uma casa, no seu sentido mais vasto, de traço geral, um pouco rossiano e afinidades que nos poderiam levam a Hejduk. Foi 'humanizada', de olhos fechados, nariz e tudo, semblante carregado pelo peso das janelas traçadas na face, e a testa solenemente enrugada pelas lages aparentes. O desenho completa a casa com uma cave em dois níveis de contornos menos regulares e que me lembra o primeiro capítulo de Bachelard, 'De la cave au grenier' em 'La poétique de l'espace'.
Entre as duas figuras femininas, a casa, de dois braços - um sobre o plano comum e outro levantado como quem pede a palavra - assume-se "a topografia do nosso ser mais íntimo" (palavras de Bachelard) onde mora o inconsciente das duas personagens.
Nas sombras, adivinha-se que a fonte de luz que dá volume ao corpo da esquerda está algures à direita na composição, e na outra figura tudo é invertido, a luz que revela o tronco cilíndrico virá 'debaixo'.
O repetido exercício de observação do trabalho das sombras constrói a particularidade indigesta do desenho mas também a mais estimulante. A personagem da esquerda, embora recebendo a luz do cimo, tem na perna esquerda uma excepção com uma fonte de luz inferior. A outra personagem repete a irregularidade, trabalhada na sua inversão, com uma quarta fonte a iluminar de forma estranha o braço direito em relação ao resto do corpo.
Com uma montagem particular das sombras que concedem volumetria às duas 'disciplinas', o desenho de Alice Geirinhas tem assim qualquer coisa de perturbador no trabalho da sombra que parece desafiar a percepção comum e que confere à composição e ao conteúdo da revista, por acidente ou inspiração, um desequilíbrio que excita o olho e sublinha as intersecções compiladas em cima deste Joelho.
6.11.11
9.8.10
24.5.10
pontos e abordagens oblíquas

Inês Moreira parte da ideia de mapa, uma imagem convencional de um referenciador de nomes e lugares. Um mapa é diferente de um guia de viagem mas um mapa não deixa de ser uma representação, aliás é para isso que serve, representar um território, e ainda, ser utilizado como referência numa orientação. Assim o sendo deve ser lisível, e devem identificar-se nele lugares, podendo traçar percursos sem necessidade das memórias descritivas do cartógrafo que de antemão calcou o caminho. No entanto, e como o descreve I.Moreira, o mapa das 'jovens práticas' que apresenta é menos linear, não cartesiano, nem bidimensional. De facto, e para podermos entender a construção deste mapa, é útil ler o texto introdutório que precede o recenseamento.
Nesse texto, Inês Moreira sublinha que não se prende à ideia convencional de autor, nem a categorias fixas... Mas desenhar um mapa não deixa de ser isso mesmo: fixar pontos. Não seria incompatível arriscar uma cartografia "x,y,z". Seria até necessário para provocar e demonstrar que há mudanças de paradigmas que vêm associados à questões geracionais e a questões da formação, como até refere Inês Moreira ao falar de "mobilidade" e "fragmentação da concepção de formação em arquitectura". Contrariamente ao que afirma a autora ao escrever "a presente publicação afasta a esclarecimento de uma "questão geracional", este mapa trata isso mesmo: uma geração 30/40 (segundo João Afonso) que propõe alternativas de trabalho. J.Afonso clarifica ainda no texto introdutório que a publicação compila breves apresentações do que fazem um vasto conjunto de pessoas tendo por base o conhecimento disciplinar da sua formação.
Na sua construção Inês Moreira cataloga a selecção segundo seis denominadores: 'Prática de pesquisa', 'Espaço', 'Plataforma', 'Disseminação', 'Organização', e 'Práticas'. Contudo a nomenclatura escolhida escapa à compreensão imediata e guarda uma ambiguidade inerente à dificuldade deste tipo de exercícios. Se para 'Disseminação' a escolha parece clara com a Revista Detritos, os Opusculos, ou a Conditions Magazine; noutros como 'Espaço' gera estranheza incluir a natureza do trabalho dos Espacialistas a par da proposta do Atelier Base ou a Cafetaria e Loja em Sacavém do AtelierMob no mesmo denominador.
Para lá dos seis denominadores, o mapa, desenhado segundo um modelo de navegação "possivelmente mais confuso" segundo a autora, tem ainda três 'layers' que são a diversidade de ideias de projecto, diversidade de actores, e a diversidade de geografias. Fica por entender (e porque não em exercícios futuros?) de que forma estes três layers, sendo que adicionam ou constituem a informação fundamental do mapa, podem ser cruzados na identificação dos vectores que (também) orientam (novas) formas de produção contemporânea de e sobre arquitectura em Portugal.

31.1.10
utilidades

25.3.09
revista de imprensa - matières





Esta é a Matières, uma (boa) publicação académica de crítica de arquitectura com cara de publicação académica.
A revista Matières é um produto do Laboratório de Teoria e História (da arquitectura) da E.P.F. Lausanne e tem como principal objectivo dar visibilidade às pesquisas conduzidas no laboratório. Cada número anual debruça-se sobre um tema específico em torno do qual gravitam os vários ensaios dos membros do LTH, e também contribuições de convidados externos. O tema serve (por vezes) de base para o plano de estudos semestral da disciplina de Critique architectural (uma disciplina de investigação sobre casos-estudo e que oportunamente frequentei durante o ano erasmiano).
Para contextualizar esta "partilha", é relevante dizer que dois dos nomes fortes do laboratório, Bruno Marchand e Jacques Lucan, são também os titulares da cadeira e que os centros de interesse temáticos entre o laboratório, a publicação e a disciplina de crítica em tudo beneficiam a formação teórica que a escola oferece. Não se trata da prevalência da "teoria" sobre a "prática" de projecto (e a este propósito lembro-me das guerrinhas que existiam no dArq) mas a importância de ensinar os alunos a pensar. E a disciplina de Crítica fazia (e faz) fundamentalmente isso: ensina a pensar.
Para os interessados: foi recentemente editado o número 9 da Matières com dois artigos que se debruçam sobre dois arquitectos portugueses: Siza e Pancho Guedes.
A Matières 9 trata o "Espaço arquitectónico" através dos seguintes ensaios:
Hypothèse pour une spacialité texturée, Jacques Lucan; Complexités et dynamiques espaciales, Bruno Marchand (notas sobre a dimensão artística da arquitectura dos anos 70 de Alvaro Siza); La maison de campagne en brique de Mies Van der Rohe, Roberto Gargiani; La fiction de l'espace temps, Grégory Azar; De la perception de l'espace, Martin Steinman; La réception critique de Learning from Las Vegas dans le contexte suisse des annés 70, Frédérik Frank; Pancho Guedes, figure exotique de l'apres guerre, Cornellia Tapparelli; Destruition de l'architecture: Archizoom 1966-1974, Beatrice Lampariello.
Dois dos números anteriores da Matières são disponibilizados gratuitamente em pdf porque esgotaram na sua edição papel. Aqui estão os links e as temáticas das anteriores:
Matières nº1 - Motions, émotions PDF
Matières nº2 - Paysage architectural
Matières nº3 - Regard... PDF
Matières nº4 - Banal/monumental
Matières nº5 - Modularité/proportionnalité
Matières nº6 - Actualité de la critique
Matières nº7 - Cohérences aventureuses, nouvelles approches réalistes
Matières nº8 - Croissance
Boas leituras!
25.1.09
leituras de fim de semana

"Yet before we dive into the discussion and while the world begins to get serious about zero emissions, zero population, and zero energy consumption, suddently zero growth and zero profit appear as urgencies." _ editorial Arjen Oosterman
A Volume#18: After Zero já saiu. Vão lá ler o editorial em jeito de vamos-salvar-o-mundo. É a febre do "yes we can", "yes, architecture can save the world".
21.12.08
revista de imprensa II
O des-conexo descobriu a mono-kultur numa livraria.
A mono-kultur é uma pequena publicação alemã sobre arte, arquitectura e cultura.
Cada número da mono-kultur é composto em exclusivo por uma extensa e completa entrevista a um produtor da cena contemporânea, ou como os editores a descrevem: Conversations with the interesting few. In full length and depth, extensive and unfiltered.
O último número é o resultado de uma conversa com o trio da villa VPRO, do Mirador e de outras deambulações MVRDV: On statics and statistics.
A mono-kultur sai 4 vezes por ano a um preço apetecível saltando aleatoriamente na interdisciplinaridade temática a que se propõe. É escrita em inglês e na página web podem consultar os outros 17 números já publicados da revista.



link:
www.mono-kultur.com
mono-kultur
publisher Kai von Rabenau
Naunynstrasse 80
10997 Berlin
Germany
revista de imprensa I

Na crista da onda respondendo à crise com o número de dezembro: Gut und günstig / Bon et bon marché / Good and cheap .
(A Werk Bauen + Wohnen, revista suiça "da especialidade", já apareceu aqui no des-conexo a propósito da entrevista com o Frampton.)
7.11.08
2.11.08
NU exposed
Há uma exposição no dARQ que visita os arquivos dos primeiros sete anos da pequena revista e serve de mote para a rentrée de uma redacção.
De 3 de Novembro a 4 de Dezembro.
Ainda não tenho imagens mas já há cartaz.


13.5.08
citaçoes
Brett Steele - actual director da AA - em entrevista a Grant Gibson para a MARK (a revista de arquitectura mais funky e difícil de ler que eu conheço)
...E como até gostei da entrevista teremos certamente mais citaçoes em futuros posts.
10.12.07
Archfarm

Archfarm é uma publicação sobre arquitectura, principalmente centrada na produção teórica e crítica. São pequenos fascículos não periódicos, disponíveis para download em formato pdf, lançados por Javier Abarca (designer gráfico) e Javier Burón (arquitecto).
Archfarm começou em 2005 e tem sido descontinuadamente publicado.
Está agora disponível o #10 MÓVIL com um texto de Dominic Stevens.
Boas leituras.
via plataforma
12.11.07
nu chão

Está a sair mais uma NU, desta vez sobre o Chão.
Neste numero destaco: Andreas Ruby, que escreve sobre "Groundscapes", a entrevista aos Foreign Office Architects (Tiago Borges, Pedro Resende e Rui Baltazar), a conversa com Gonçalo Byrne (Inês Lourenço, Vincent Bersier, Carlos Guimarães), e a visita de Jacques Gubler ao seu Motion, Émotions.
O lançamento da NU #31 está marcado para 3ªfeira, 13 de Novembro, no Círculo de Artes Plásticas, em Coimbra, com uma mesa redonda com Alexandre Alves Costa, Gonçalo Byrne e João Ferreira Nunes moderada pela editora deste número, Ines Lourenço.
O resumo do press-release:
Mesa redonda com Alexandre Alves Costa, Gonçalo Byrne e João Ferreira Nunes
3ª feira, 13 Novembro 2007 às 18h Círculo de Artes Plásticas
Este número da NU pretende analisar o conceito de chão e a sua relação com a arquitectura. Se a um nível simbólico o chão está em constante mudança (muda de dono, muda de fronteiras,
muda de identidade), a um nível físico tem vindo a ser cada vez mais manipulado pelo Homem. O chão é desenhado, criando a malha da cidade, é escavado, abusando-se do subsolo como
espaço construído, e é multiplicado em altura, no sentido de dar resposta à densificação da cidade.
28.9.07
divulgo
Fico contente!
CICLO DE ARQUITECTURA
FNAC, Forum Coimbra
Ciclo de Arquitectura
O Arquitecto e a Cidade Velha
de Catarina Alves Costa
APRESENTAÇÃO
Dia 02 | TER | 18H00
Um arquitecto, Álvaro Siza Vieira, e a sua equipa, são chamados a coordenar o projecto de recuperação da Cidade Velha, na ilha de Santiago, em Cabo Verde. O objectivo final é a candidatura desta cidade a Património Mundial da UNESCO. Todo o processo suscita na população local grandes expectativas quanto à melhoria das suas condições de vida. O documentário de Catarina Alves Costa conta a história do encontro entre estes dois mundos, o do arquitecto e o da população, acompanhando ao longo de três anos algumas das histórias que aconteceram.
Textos Datados
de Alexandre Alves Costa
APRESENTAÇÃO
Dia 03 | QUA | 18H00
A editorial e|d|arq pretende constituir-se como lugar de produção de ideias no seio da instituição universitária e no campo da cultura arquitectónica. Através da sua colecção Debaixo de Telha, divulga a actividade científica do Departamento de Arquitectura da FCTUC transportando os resultados da investigação para o domínio público. Textos Datados, a mais recente publicação, organiza em cinco temas - Arquitectura Portuguesa, Arquitectos, Obras, Cidades e Porto, Escola do Porto, Ensino - uma selecção da produção teórica de Alexandre Alves Costa desenvolvida enquanto cidadão e docente de arquitectura. A apresentação do livro é seguida de um debate com o autor e José António Bandeirinha sobre o tema "Livros de Arquitectura: Investigação e Divulgação".
Murphy
Revista de História e Teoria de Arquitectura e do Urbanismo
APRESENTAÇÃO
Dia 08 | SEG | 21H30
Helena Barreiros, editora-adjunta da Murphy , modera a apresentação do segundo número da Revista de História e Teoria de Arquitectura e do Urbanismo, uma publicação conjunta do dARQ e da Imprensa da Universidade. A sessão conta com a participação de autores dos dois volumes já editados.
APRESENTAÇÃO
Dia 09 | TER | 21H30
A NU é uma publicação planeada e produzida pelos estudantes do Departamento de Arquitectura da Universidade de Coimbra. Essencial, imparcial e descomprometida, a NU é uma ferramenta de aprendizagem que tem como objectivo a reflexão e debate em diversos temas relacionados com a arquitectura, enriquecidos pela colaboração de diversos arquitectos e académicos de todo o mundo. A NU apresenta-se e mostra como se faz uma das raras revistas de estudantes de arquitectura no nosso país.APRESENTAÇÃO
Dia 10 | QUA | 21H30
Em Cima do Joelho é uma publicação que trata o quotidiano da arquitectura no mundo académico da Universidade e no espaço urbano de Coimbra. Os Seminários de Desenho Urbano que o Departamento de Arquitectura da FCTUC promoveu e que a revista ecdj publicou - Coimbra: um Novo Mapa (ecdj 3 e 4), Inserções (ecdj 6/7) e Reabilitação Urbano do Mindelo (ecdj 10) - constituem instrumentos alternativos de intervenção na cidade que se apoiam principalmente no conhecimento e na reflexão crítica. A apresentação inclui um debate sobre "Seminários de Desenho Urbano: instrumento de reflexão sobre a cidade", com Alexandre Alves Costa, Gonçalo Byrne e Walter Rossa.
Cremaster 3
de Mathew Barney
PROJECÇÃO
Dia 13 | SÁB | 21H00
Cremaster 3 é o trabalho mais extraordinário e hipnótico de Matthew Barney. Neste The Order, o Aprendiz tenta passar por duas bandas hardcore, coristas e uma mulher-felina, enquanto escala os vários níveis do átrio do Museu Guggenheim para, no final, enfrentar o seu mestre Hiram Abiff, o arquitecto do Edifício Chrysler (interpretado pelo escultor Richard Serra). O mítico ciclo de Barney é composto por cinco filmes e foi considerado pelo New York Times como um marco de ambição, afirmação e provocação para a arte do novo século.
5.8.07
os arquitectos mais excitantes
Em Portugal escolheram os ARX.
Inevitavelmente, os EM2N de Mathias Müller e Daniel Niggli, que tive como professores na EPFL, estão entre os eleitos da Suiça.
A lista aqui fica:
África do Sul
Notion Architects
Alemanha
AFF Architekten
ATT Architekten
Axel Nieberg
Denzer&Poensgen
Ruhl + Albert
Raumzeit
RealarchitekturAustria
Ogris Wanek
Suessner Architektur
Share Architects
Noncon:form
Bau/kultur
Innocad Architects
Austrália
Toni Owen
Terroir Architects
Ian Moore
Cristophercris
Casey Brown
Bélgica
Govaert Vanhoutte Architecten
Counson Architects
Hans Verstuyft Architecten
Canadá
Core Architects
China
Atelier 100s+1
MAD
Chile
Riesco y Rivera Arquitectos
Sebastián Irarrázabal
Costas Koutsoftidis
Croácia
Penezic&Rogina
Atmósfera
Dubai
Dxb-Lab
Espanha
AV62 Arquitectos
CA-SO
Flores y Prats
PO2 Arquitectos
Mar. Arquitectura
Eslovenia
Gregorcvrhovec
Bevk Perovic
PLY Architecture
Tina Manis
Touraine Richmond
Trahan Architects
Andrew Berman
Estónia
Emil Urbel Architects
Finlândia
k2s Architects
França
Arnaud Goujon
Block Architects
Jean Charles Castric
G Studio
A + Samueldelmas
Holanda
2012 Architecten
Casanova y Hernández
Rik Lagerwaard
SeARCH
Indonesia
Andramattin
Irlanda
Dominic Stevens
Henchion Reuter
Odos Architects
Israel
Shilo Benaroya
Itália
Roberto Mascazzini
Holler&Klotzner
Morq*
Japão
Teradadesign Architects
Kochi Arquitects
Keiichi Hayashi
Imanaga
Takeshi Hosaka
Jun Ishikawa
Thomas Daniell
Latvia
NRJA
Malta
Chris Briffa
México
José Hernández de la Garza
Dellekamp Arquitectos
Noruega
Bo Arkitectekter
Polónia
Kwk Promes
Portugal
ARX Arquitectos
Reino Unido
Design Kommander
Bell Travers Wilson
Crawford Partnership
Graeme Massie Architects
Guard Tillman Pollock
Jonathan Hendry
Undercurrent Architects
Working Architecture Group
Webb Architects
República Checa
A69 Architekti
Franek Architects
Suécia
Franson Wreland
RB Arkitektur
Tham Videgard Hansson
Suiça
Stoos Architekten
Pedrocchi Meier
Geninasca Delefortrie
Galleti Matter
Frey Architectes
EM2N
Davide Macullo
Tailândia
Xrange Architecture
Turquia
Ecarch
notícia via plataformaarquitectura










